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quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Contos de fada
As discussões feitas em sala esta semana, nos levaram a perceber que os contos de fada nem sempre existiram como conhecemos hoje. Na verdade, tratavam-se de história que eram contadas nas comunidades com o objetivo de alertar sobre perigos ou passar uma moral...Como por exemplo, a chapeuzinho vermelho que numa versão mais antiga foi devorada pelo lobo junto com a vovó.
A história era contada com o objetivo de evitar que as moças andassem sozinhas, pois algum estranho poderia lhes fizer algum mal. Alguns escritores passaram a recolher esses contos populares e escrevê-los em versões mais suaves como fizeram os irmão Gimm, Perroult, Anderson e outros, isso porque já se tinha a intenção de trazer esses contos para a escola, daí a necessidade de transformá-los em histórias para crianças.
De acordo com Giselly Lima, nossa professora, como também, com base no texto que foi trabalhado em sala, os contos de fada tem características únicas em relação aos demais gêneros da literatura infantil, principalmente a presença do maravilhoso, que tanto pode ser um ser mágico como uma fada, por exemplo, como pode ser um caçador que aparece no momento exato para salvar a chapeuzinho vermelho, ou os irmãos da esposa do Homem da Barba Azul, que foi um dos textos lidos em sala pela professora. Outros elementos do conto são:
Personagens poucas, em geral tipos com suas qualidades elevadas a um grau máximo.
O meio, um lugar não muito detalhado com precisão.
A intriga
O motivo das ações é bem simples e é resolvido de forma abrupta.
Técnica de exposição: sucessão de atos isolados que se encadeiam sob diversas formas.
Final feliz;resolução reasseguradora de que tudo terminará bem. Os contos supõem que se obtém de maneira idêntica.
No geral os contos podem ser realistas, que é quando o maravilhoso se aproxima do real, como podem ser também fantásticos. Jacqueline Held dá uma definição que nos fará entender melhor a diferença entre os dois termos.
[…] a narração realista descreve coisas que existem, que cada um de nós pode ver. Na narração dita realista, uma raposa é uma raposa, enquanto uma menina é uma menina. Uma e outra não coincidem, não se misturam intimamente e como se por evoluções insensíveis. Na narração fantástica isso pode ocorrer. [...]
Contudo vale lembrar que tanto o maravilhoso quanto o fantástico tem a função especial de nos lavar a um mundo que não é nosso, mas que está sempre presente na nossa imaginação.
Que tal socializarmos ideias? É só postar.
Segue links com versões mais antigas de contos de fada e mais outras coisas:
http://www.sca.org.br/contosinfantis/contosinfantis.htm
http://www.psbnacional.org.br/upd_blob/0000/967.pdf
A história era contada com o objetivo de evitar que as moças andassem sozinhas, pois algum estranho poderia lhes fizer algum mal. Alguns escritores passaram a recolher esses contos populares e escrevê-los em versões mais suaves como fizeram os irmão Gimm, Perroult, Anderson e outros, isso porque já se tinha a intenção de trazer esses contos para a escola, daí a necessidade de transformá-los em histórias para crianças.
De acordo com Giselly Lima, nossa professora, como também, com base no texto que foi trabalhado em sala, os contos de fada tem características únicas em relação aos demais gêneros da literatura infantil, principalmente a presença do maravilhoso, que tanto pode ser um ser mágico como uma fada, por exemplo, como pode ser um caçador que aparece no momento exato para salvar a chapeuzinho vermelho, ou os irmãos da esposa do Homem da Barba Azul, que foi um dos textos lidos em sala pela professora. Outros elementos do conto são:
Personagens poucas, em geral tipos com suas qualidades elevadas a um grau máximo.
O meio, um lugar não muito detalhado com precisão.
A intriga
O motivo das ações é bem simples e é resolvido de forma abrupta.
Técnica de exposição: sucessão de atos isolados que se encadeiam sob diversas formas.
Final feliz;resolução reasseguradora de que tudo terminará bem. Os contos supõem que se obtém de maneira idêntica.
No geral os contos podem ser realistas, que é quando o maravilhoso se aproxima do real, como podem ser também fantásticos. Jacqueline Held dá uma definição que nos fará entender melhor a diferença entre os dois termos.
[…] a narração realista descreve coisas que existem, que cada um de nós pode ver. Na narração dita realista, uma raposa é uma raposa, enquanto uma menina é uma menina. Uma e outra não coincidem, não se misturam intimamente e como se por evoluções insensíveis. Na narração fantástica isso pode ocorrer. [...]
Contudo vale lembrar que tanto o maravilhoso quanto o fantástico tem a função especial de nos lavar a um mundo que não é nosso, mas que está sempre presente na nossa imaginação.
Que tal socializarmos ideias? É só postar.
Segue links com versões mais antigas de contos de fada e mais outras coisas:
http://www.sca.org.br/contosinfantis/contosinfantis.htm
http://www.psbnacional.org.br/upd_blob/0000/967.pdf
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