Na literatura nada se cria tudo se transforma. Todo texto criado é produto de experiências de leitura do escritor somadas a sua criatividade, No entanto, existem limites na hora de se produzir um texto literário, pois é necessário ele ter sentido para quem ler, ter coerência e respeitar o conhecimento prévio do leitor. Se o autor contradisser demais as expectativas do leitor, esse rejeita a obra.
No Brasil ao final do século XIX um novo gênero se introduz por um público que começa a se formar, são os primeiros livros infantis escritos e publicados por brasileiros, atendendo as solicitações indiretamente formuladas pelo grupo social emergente. O problema é que até aquele momento não se escrevia livros para crianças, então, as soluções seriam:
Traduzir obras estrangeiras;
Adaptar para as crianças obras destinadas a adultos;
Reciclar material escolar;
Escrever histórias de tradição popular.
Os pioneiros da literatura infantil brasileira foram Carl Jansen, Figueredo Pimentel e Olavo Bilac e dando sucessão a eles, temos Monteiro Lobato que devido seu patrimônio literário, ainda hoje se lê e relê.
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